Sunday, 29 June 2008

mê rico menino





de gosto aprimorado ...



(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


Saturday, 21 June 2008

nham, nham... eislo... ihihih... chegou o verão!!!

ó pró malandreco a espreitar...


(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Wednesday, 14 May 2008






14 de Maio de 1958 - Pr. Carlos Alberto

(aqui na minha Carlos Alberto)




É tempo de sairem!



Cansaram-nos! Cansaram-nos!



Reformem-se! Reformem-se!




Obviamente demito-o!



Não conseguiu, mas iniciou o caminho!






(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)

Friday, 21 March 2008

21 de Março ... Primavera ... uauuuuu.....







(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


Saturday, 8 March 2008

Dia Internacional da Mulher




e o todos os dias que nunca mais chega!



(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


Thursday, 21 February 2008

gajos!




e assim se conquista o poder !...

(com os meus agradecimentos às meninas do fragmentos!)




(publicado inicialmente em cultura de proximidade)




Thursday, 14 February 2008

O Velho, o Rapaz e o Burro ...

"Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças traquinas, que riram e zombaram deles:

- Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?

O fazendeiro, então, ordenou ao filho:

- Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.

O filho assim o fez. Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:

- Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refastelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.

- Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé.

Trocaram então as posições.

Alguns quilometros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:

-A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas.

- Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel, pediu o pai.

Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.

- Oh!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, maltratado, carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.

O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água."

(Quem a todos quer ouvir, de ninguém é ouvido)


(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Friday, 8 February 2008

é agora !!! ...

upssss.... cadê ela?!!!...



não perderei!!!

já prá depilação!!! ...

(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Wednesday, 6 February 2008

chega pra lá ...

(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Friday, 1 February 2008

se calhar ...

estamos bem uns prós outros!

uns fazem outros pagam ...

(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Tuesday, 1 January 2008

Wednesday, 19 December 2007

love












(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Thursday, 13 December 2007

no ondular de outra galáxia








(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


.

a Europa aqui tão perto ... às vezes ...









(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)

cultura de proximidade (2)



que deselegância mary!


a menina inspira-se, muda o nome do blogue e nem sequer faz uma homenagem à sua mais recente musa!!!


é assim...



(bem... amanhã explico, agora não me apetece... mas tem tudo a ver com um tal Indiana... percebe?! um primo do Jones...)




(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Tuesday, 27 November 2007

desabafo

é assim ...




Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar?

Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam

entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro, que reservamos

duramente para educar os meninos mais pobres que eu,

para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus

pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e

eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança

vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança

vai esperar no cais?

É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o

aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus

brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao

conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e

dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva

o lápis do coleguinha"," Esse apontador não é seu, minha filhinha".

Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido

que escutar.

Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca

tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica

ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao

culpado interessará.

Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do

meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear:

mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem!

Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo

o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse

o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu

irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a

quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.

Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o

escambau.

Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde

o primeiro homem que veio de Portugal".

Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.

Eu repito, ouviram? IMORTAL!

Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente

quiser, vai dá para mudar o final!


(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)

Tuesday, 2 October 2007

cultura de proximidade







nova mudança... há momentos decisivos na vida de uma Mulher culta...


tenho uma nova musa inspiradora:





ai Rosalia...


(não confundir com Rosália, pleeease...)


contigo nada voltará a ser como antes...


a cultura cada vez mais próxima!



para além da sempre presente:



ai Regina...

porque não te ficas só por Janeiro?!..









com estas marcas a guiar a minha vida

este meu espaço passa a dedicar-se inteiramente



à





cultura de proximidade





(publicado inicialmente em cultura de proximidade, aliás, no dia em que o blog passou a ter esse nome)

.

Sunday, 1 July 2007

mary (very) light




é assim...



antes era maria da luz



mas...



ele é globalização, ele é presidência portuguesa...



portantus ...





mary (very) light





(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


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Sunday, 20 May 2007

Roseta - A candidata dissidente ...

Helena Roseta: o novo rosto da demagogia e do terrorismo político. Após longos anos de treino nestas matérias, Helena Roseta assume-se como a face do que de pior existe na política.

Em primeiro lugar a demonstração da impossibilidade de conviver dentro de estruturas partidárias democráticas. Roseta não saiu do PS porque discorda da orientação política do Partido. Saiu porque o Partido não a escolheu como sua candidata a Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Pois é! Roseta, como sempre, não conseguiu respeitar a decisão do seu (?!) Partido que livremente escolheu outro candidato, que, aparentemente, foi aprovado democraticamente pelos orgãos próprios, por sua vez eleitos democraticamente pelo orgão máximo, o Congresso.

Será que se os lisboetas não a escolherem para presidente ela também sairá de Lisboa?

Uma grande democrata, portanto!

Em segundo lugar a utilização da mentira descarada, forjando um processo de vitimização. História rebuscada essa do recurso para o Tribunal Constitucional porque, coitadinha, não tinha tempo para recolher o número de subscrições necessárias à sua candidatura. Por isso mentiu, dizendo que estava posto em causa a possibilidade de formação de coligações. Coligações entre partidos, claro. O que não lhe era aplicável pois é uma candidata dissidente!

Sempre, sempre, em defesa da verdade, portanto!


(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)

Wednesday, 2 May 2007

1º de Maio - Dia do Trabalhador

"No dia 1 de Maio de 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns protestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago.

Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

A 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar espontaneamente o Primeiro de Maio. Durante o Estado Novo este dia tinha a denominação de Dia do Trabalho e era organizado e controlado pelo Estado."

in Wikipédia


Poderia aqui transcrever a intervenção que hoje fiz em mais uma cerimónia comemorativa do 1º de Maio. Mas para quê? Na realidade não iria acrescentar nada verdadeiramente interessante para ninguém. Nem para mim. A pergunta que me coloco não foi verbalizada: em que medida estas comemorações efectivamente contribuem para melhorar as condições de vida dos trabalhadores (todos nós), para aumentar a justiça social?




(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)