Friday, 10 October 2008

APRENDI...

Estava a deambular pela net e descobri este texto... gostei e revi-me em algumas frases!!!
"Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões
para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim,
tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.
Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces,
e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.
Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento,
independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática.
Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa
que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis,
pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando,
que eu tenho que me acostumar com isso.
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou,
mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou,
mesmo quando não quero me envolver.
Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem;
e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos,
eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas,
por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira,
mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil,
não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito."

Saturday, 4 October 2008

então que tal?!




Quando se perguntava à minha Avó como é que ela estava, sistematicamente era desfiado o rosário das queixas. Desde os bicos de papagaio até à solidão da viuvez, tudo era exposto com um ar (a condizer) de profundo pesar, que tinha um estranho eco na expressão de atónita consternação do quase interlocutor (quase pois na realidade não chegava a ser, era apenas um ouvinte), que rapidamente se tentava escapar esmagado por tanta desgraça.



Quando, algures no tempo (numa época em que ainda não lhe chegava ao ombro), ouvi perguntar à minha Mãe como ela estava, constatei surpreendida (ao tempo achava que as mães sabiam tudo) que também ela falou de gripes e anginas. Puxei-lhe pela ponta do casaco e disse-lhe um segredo: "Mãe, a senhora apenas quer ouvir que estamos todos bem obrigada".



Tudo na vida passou a estar sempre bem, ao ponto de me ter enganado num velório e em vez do tradicional "os meus sentimentos" ter dito "os meus parabéns". Confesso que o pânico do engano apenas foi diminuido pela resposta mecânica, idêntica a todas as anteriores, "muito obrigado pelo seu apoio".



Anos de postais sempre com as mesmas saudades, de derrotas com meio sorriso (sem lágrimas, porque um líder não chora) e vitórias contidas sem risos (nobres, no dizer de alguns, para não incomodar publicamente o adversário) quase pedindo desculpa por estar em primeiro.



"Estás boa?"



sim



"nós por cá todos bem"

(post incial da versão original do nós por cá todos bem, com a knock knock, a ilusões e a guest)

Friday, 8 August 2008





(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Friday, 1 August 2008

"O empalhado"... antes estivesse...



“A Onda Gigante”

Rui Tavares, Público, 1 Agosto 2008

O Presidente da República tem uma coisa a dizer aos portugueses. O Presidente da República não diz de que se trata. O Presidente da República vai falar da crise. O Presidente. Da República! Vai falar. Aos portugueses. Sobre um tema. Desconhecido. O Presidente da República está doente! O Presidente da República vai resignar. O Presidente da República vai dissolver Portugal. O Presidente da República vai demitir o governo!

E por que demitiria o Presidente da República o governo? “Tal como Sampaio em 2004”, suspirava Helena Matos num blogue, que demitiu Santana Lopes por causa de um Ministro da Juventude, não poderia Cavaco demitir Sócrates por causa, sei lá, do director do Teatro Nacional? Hein? Qualquer coisa?

Afinal o Presidente da República falou sobre o Estatuto Político-Administrativo dos Açores. Assunto sério, que ainda agora saiu do Tribunal Constitucional e vai voltar à Assembleia da República. Além das inconstitucionalidades, o Estatuto tem inovações de que Cavaco não gosta. Pelas suas explicações, estou com ele. Mas então porque não o vetou logo à primeira? E que tal ter anunciado: “o Presidente da República vai falar logo à noite sobre os Açores”? Custava muito?

Manuela Ferreira Leite interrompe o que estava a fazer (em Cantanhede) para uma declaração em cima da hora. Pormenor: o PSD votou unanimemente o Estatuto dos Açores. A líder da oposição tenta desenvencilhar-se antes que se note muito a sua cara de que-estou-eu-para-aqui-a-fazer.

Algures num café, alguém pergunta: olha lá, e aquele ano em que havia uma Onda Gigante nas praias do Algarve que afinal não era onda nenhuma? Cavaco Silva acabara de dar o seu contributo para o Verão de 2008.




(publicado inicialmente em cultura de proximidade)



Sunday, 29 June 2008

mê rico menino








que gosto aprimorado!...




(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)


mê rico menino





de gosto aprimorado ...



(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


Saturday, 21 June 2008

nham, nham... eislo... ihihih... chegou o verão!!!

ó pró malandreco a espreitar...


(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Wednesday, 14 May 2008






14 de Maio de 1958 - Pr. Carlos Alberto

(aqui na minha Carlos Alberto)




É tempo de sairem!



Cansaram-nos! Cansaram-nos!



Reformem-se! Reformem-se!




Obviamente demito-o!



Não conseguiu, mas iniciou o caminho!






(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)

Friday, 21 March 2008

21 de Março ... Primavera ... uauuuuu.....







(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


Saturday, 8 March 2008

Dia Internacional da Mulher




e o todos os dias que nunca mais chega!



(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


Thursday, 21 February 2008

gajos!




e assim se conquista o poder !...

(com os meus agradecimentos às meninas do fragmentos!)




(publicado inicialmente em cultura de proximidade)




Thursday, 14 February 2008

O Velho, o Rapaz e o Burro ...

"Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças traquinas, que riram e zombaram deles:

- Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?

O fazendeiro, então, ordenou ao filho:

- Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.

O filho assim o fez. Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:

- Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refastelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.

- Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé.

Trocaram então as posições.

Alguns quilometros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:

-A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas.

- Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel, pediu o pai.

Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.

- Oh!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, maltratado, carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.

O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água."

(Quem a todos quer ouvir, de ninguém é ouvido)


(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Friday, 8 February 2008

é agora !!! ...

upssss.... cadê ela?!!!...



não perderei!!!

já prá depilação!!! ...

(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Wednesday, 6 February 2008

chega pra lá ...

(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Friday, 1 February 2008

se calhar ...

estamos bem uns prós outros!

uns fazem outros pagam ...

(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Tuesday, 1 January 2008

Wednesday, 19 December 2007

love












(publicado inicialmente em cultura de proximidade)

Thursday, 13 December 2007

no ondular de outra galáxia








(publicado inicialmente em cultura de proximidade)


.

a Europa aqui tão perto ... às vezes ...









(publicado inicialmente em A Casa dos Bons Espíritos)

cultura de proximidade (2)



que deselegância mary!


a menina inspira-se, muda o nome do blogue e nem sequer faz uma homenagem à sua mais recente musa!!!


é assim...



(bem... amanhã explico, agora não me apetece... mas tem tudo a ver com um tal Indiana... percebe?! um primo do Jones...)




(publicado inicialmente em cultura de proximidade)