Saturday, 2 October 2010

Maria Bethania - Jeito estúpido de te amar

Às vezes podemos intervalar e ficar apenas a ouvir

Monday, 23 August 2010







Trem de ilusões ...




tantas ilusões de mim ...


porque será que temos medo de querer amanhã o mesmo que queremos hoje?

voar e voltar ao ninho ...





(ou bem você tem uma esperança, então age,
ou bem você não tem nenhuma e então renuncia...)





ah se meu desejo voasse como ave, como pássaro

Friday, 20 August 2010

e amanhã?





porque será que o querer hoje tem que constituir obrigatoriamente factura para amanhã?!

Tuesday, 20 July 2010

vou-me andando ...



adeus ó meus amores



juntei os trapinhos e vou-me andando ...


(post final do blog fio de prumo)


 

Tuesday, 22 June 2010

apetece-me chocolate

*


Chegou com aquele ar vagamente qualquer coisa que foi conquistando ao longo dos anos. A segurança e o bocejo dos quarenta. O desafio de quem venceu obstáculos. A tranquilidade de quem conquistou o seu mundo. Olhou para ele e os olhos engoliram o riso maroto que não se permitiu esboçar. Entrou no elevador. Cheio. Aproximou-me mais do que o razoável. Olhou-o nos olhos, na boca. Sorriu. Continuou a olhá-lo.

Fez um ar de miúdo. O que é? Esqueci-me de alguma coisa?

Sabia que não devia fazê-lo. Imaginou o fio de mel a escorrer-lhe pelo corpo. A língua dele a sorver-lhe o corpo e a alma. Apetece-me chocolate. Disse-lhe. Deslizou o olhar. Demorou-se no desejo daquela boca. Sorriu-lhe. Desviou bruscamente o olhar. Até amanhã. Concentrou-se na importância da sessão da manhã seguinte que ele ajudara a preparar. Vamos para casa senhora engenheira?, perguntou-lhe o motorista. Sim. Olhou vagamente os dossiers que colocaram no banco ao lado do seu.

Como é possível que esta mulher me perturbe tanto? Tão distante, tão segura. O sucesso que ele queria ser quando lá chegasse. Mas só já conseguia pensar no corpo, no sorriso do olhar. Apetecia-lhe agarrá-la. Beijá-la. Lambê-la. Comê-la em cima da sua secretária de presidente. Queria fugir-lhe. Sentia raiva de desejar uma mulher que não podia ter. Que não queria ter. Assim. Ele. Um dos melhores da equipa. Inteligente. Vencedor. Trintas. Desejado pelas gajas. Encontrou o grupo a meio do jantar. Tenho que voltar à empresa. Mentiu. Saiu. Amargo ou doce?


*

A Valsa


 

Oh, encantada. Adoraria.

Não quero dançar com ele. Não quero dançar com ninguém. E, mesmo que quisesse, não seria com ele. Ele estaria no pé de uma lista dos dez últimos. Já vi como ele dança; parece atacado pela doença de são Guido. Imaginem, há menos de quinze minutos, eu estava com pena da pobre coitada que dançava com ele. E agora eu é que vou ser a pobre coitada. Não é mesmo um mundo muito pequeno?

E é uma delícia de mundo, também. Tudo que acontece nele é tão fascinante e imprevisível, não? Eu estava quietinha no meu canto, metendo-me com o meu próprio nariz, sem fazer mal a ninguém. E aí ele entra em minha vida, fazendo aqueles olhos e bocas, e me arrasta para uma memorável mazurca. Ora, ele nem sabe o meu nome, e muito menos o que significa. Pois significa Desespero, Perplexidade, Degradação, Futilidade e Crime Premeditado, mas ele nem desconfia. Também não tenho a mínima idéia do seu nome, mas, pelo jeitão dele, só pode ser Jukes. Como vai, sr. Jukes? E como vai passando o seu querido irmãozinho, aquele com duas cabeças?

Por que ele teve de vir infernizar justamente a mim, com suas más intenções? Por que não me deixou cuidar da minha vida? Peço tão pouco! Só queria ficar quieta no meu canto da mesa, ruminando sozinha a minha solidão pelo resto da noite. E aí ele chega, com suas mesuras, rapapés e seus pode-me-dar-a-honra. E ainda sou obrigada a dizer que adoraria dançar com ele. Não entendo como um raio não desabou direto sobre a minha cabeça. Podem crer, um raio na cabeça seria como um fim de semana na praia, comparado ao contorcionismo de uma dança com este rapaz. Mas, o que eu podia fazer? Todo mundo já estava dançando, exceto eu e ele. Eu estava numa arapuca. Como uma arapuca dentro de outra arapuca.

O que se pode dizer, quando um rapaz nos vem tirar para dançar? Obrigada, mas não quero dançar com você, e pode ir lamber sabão. Ou então: Oh, muito obrigada, adoraria dançar, mas é que, neste exato momento, estou entrando em trabalho de parto. Ou então: Oh, claro, vamos dançar, é tão raro hoje em dia conhecer um rapaz que não tenha medo de contrair minha beribéri. Não. Eu não podia fazer nada a não ser dizer que adoraria dançar com ele. Está bem, vamos acabar logo com isso. Cara ou coroa? Deu cara, você leva.

Linda valsa, não? Dá vontade de apenas ficar ouvindo a orquestra, não? Não se importa? Oh, que linda valsa! Estou arrepiada. Não, claro, adoraria dançar com você.

Adoraria dançar com você. Adoraria também extrair as amígdalas. Adoraria estar num barco em chamas. Mas agora é tarde. Já estamos a caminho da pista. Oh. Oh, Deus. Oh, Deus, oh, Deus, oh, Deus. É ainda pior do que eu pensava. Acho que é uma das poucas coisas da vida de que sempre se pode ter certeza – tudo que promete ser ruim acaba sendo ainda pior.’ Se eu realmente soubesse como seria dançar com ele, teria fingido um desmaio ou coisa assim. Bem, acho que, no fim, vai dar na mesma.

Vamos acabar no chão em menos de um minuto, se ele continuar desse jeito.

Foi ótimo tê-lo convencido de que a orquestra estava tocando uma valsa. Só Deus sabe o que teria acontecido se ele achasse que era algum ritmo mais rápido; acho que já teríamos voado pela janela. Por que ele tem essa mania de dançar no ar, em vez de ficar paradinho com você nos braços por apenas alguns segundos? É esse maldito lufa-lufa da vida neste país que é responsável por esses celerados. Ai! Puxa, pare de me chutar, seu idiota! Já é a segunda vez que você me acerta a canela. É minha canela de estimação. Tenho-a desde que era garotinha.

Oh, não, não, não. Não doeu nem um pouquinho.
Além disso, foi minha culpa. Claro que foi. De verdade. Você é uma gracinha de se desculpar, mas não precisa. A culpa foi toda minha.

O que será que devo fazer: matá-lo neste exato momento, com minhas próprias mãos, ou esperar que ele tenha um enfarte em poucos segundos? Talvez seja melhor não fazer uma cena. Acho que vou relaxar e esperar que a natureza se encarregue dele. Ele não pode manter esse ritmo indefinidamente – afinal, é apenas feito de carne e osso. Mas vai morrer pelo que fez comigo. Não pensem que sou hipersensível, mas ninguém me convencerá de que aquele chute na canela foi sem querer. Segundo Freud, não existem acidentes. Não sou do tipo enclausurada e já dancei com rapazes que me pisaram nos calos ou acertaram meus joanetes; mas, quando é a canela que está em jogo, torno-me uma besta-fêmea. Viro para o rapaz e digo: “Está bem, quando me chutar a canela, pelo menos sorria” . Talvez ele não tenha feito por mal. Podia estar apenas querendo mostrar animação. Eu deveria ficar feliz por ver que pelo menos um de nós está se divertindo. E mais feliz ainda se sair viva da pista. Não será pedir demais a um rapaz que você acabou de conhecer que ele devolva suas canelas exatamente como as encontrou? Afinal, o pobre rapaz está fazendo o melhor que pode. Provavelmente nasceu e foi criado no interior e só foi calçar botinas no exército.

Sim, é uma delícia, não é? É simplesmente uma delícia. Não é uma valsa deliciosa? Oh, eu também estou achando uma delícia.

Bem, estou positivamente à mercê de um dançarino que quer bater todos os recordes do mundo. Ele é meu herói. Tem um coração de leão e a força de um búfalo. Vejam só: não dá a mínima para as conseqüências, não liga para o que os outros pensam, contorce-se como se tivesse o diabo no corpo, com os olhos chispando e chamas no rosto. Pensam que vou recuar’? Mil vezes não. Afinal, que me importa passar os próximos dois anos num colete de gesso? E quem quer viver para sempre?

Oh. Oh, Deus. Ora, ele é até legal. Por um momento pensei que iam expulsá-lo da pista. Não suportaria que alguma coisa lhe acontecesse. Eu o adoro. Adoro-o mais que qualquer outra coisa no mundo. Incrível a animação que ele tira de uma valsa chocha e vulgar; em comparação, os outros dançarinos parecem uns palermas. Ele representa a juventude, o vigor e a coragem, a força e a alegria e – Ai! Saia de cima do meu pé, seu caipira! Por que não pisa em sua avó?

Não, claro que não doeu. Ora, nem um pouco. Sinceramente. E foi minha culpa. É aquele passo que você dá – uma delícia, mas difícil de seguir á primeira vez. Oh, foi você que o inventou? Mesmo? Incrível! Ah, agora acho que aprendi. Observei quando você dançava com a outra moça. É excitante!

É, é excitante. Aposto que eu também pareço excitada. Estou completamente descabelada, minha saia está toda enroscada em meu corpo, posso sentir um suor frio na testa. Devo estar parecendo algum espectro saído de “A queda da casa de Usher”. Essas coisas não devem fazer bem à saúde de uma mulher na minha idade. E ele inventou aquele passo sozinho, o tarado. Parecia meio complicado a princípio, mas agora acho que peguei. Dois tropeções aqui, uma escorrega da ali e uma deslizada de seis ou sete metros. Mas consegui. Consegui também outras coisas, entre as quais um buraco na canela e um coração em pandarecos. Detesto esta criatura à qual estou atrelada. Detestei-o desde o momento em que vi o seu olhar de soslaio naquele rosto bestial. E agora me vejo travada nos seus braços pelos 35 anos que esta valsa está durando. Será que a merda da orquestra nunca vai parar de tocar? Ou essa coisa ridícula a que chamam de dança vai durar até os quintos dos infernos?

Olhe, vão tocar mais uma. Oh, que ótimo. Que delícia. Cansada? Não, nem um pouco. Poderia continuar dançando pelo resto da vida!

Eu deveria ter dito que não estava cansada. Que estava morta. Faleci, sem motivo justo. A música não pára nunca e lá vamos nós, eu e meu pé-de-valsa, a caminho da eternidade. Acho que talvez me acostume, depois dos primeiros cem mil anos. A esta altura, nada vai importar mesmo, nem dor nem calor, nem um coração partido e muito menos um tédio cruel e mortal. Quanto mais rápido, melhor.

Não sei por que não lhe disse que estava cansada. Por que não sugeri voltarmos à mesa? Poderia ter dito, vamos apenas ouvir a música, que tal? Porque, se ele aceitasse, seria a primeira vez que ele estaria dando um tico de atenção à música naquela noite. George Jean Nathan disse que o ritmo de uma valsa deveria ser ouvido em tranqüilidade e não acompanhado por estranhos rodopios das pessoas: Bem, seja o que for que Nathan esteja fazendo neste momento, está melhor do que eu. Pelo menos está seguro. Qualquer pessoa que não esteja valsando com aquela vaca da sra. O’Leary, responsável pelo grande incêndio de Chicago, deve estar se divertindo muito.

O problema é que, se voltássemos para a mesa, teria que conversar com ele. E o que eu poderia perguntar a uma mula dessas? Já foi ao circo este ano? Qual é o seu sorvete favorito? Como você pronuncia gato? Melhor ficar por aqui mesmo, na pista de dança. É quase tão bom quanto estar dentro de uma betoneira ligada.

Já nem sinto mais nada. Só percebo quando ele me pisa nos calos porque ouço o esmigalhar dos ossinhos. E tudo de importante que me aconteceu na vida passa diante dos meus olhos. Revejo aquele dia em que estive no centro de um furacão nas índias Ocidentais; lembro o dia em que rachei a cabeça numa batida de carro; houve aquela noite em que a dona da festa, bêbada, jogou um cinzeiro de bronze em seu namorado e acertou em mim; para não falar num verão em que o barco virou de borco. Ah, que bons tempos e que tranqüilidade … até cair nas garras deste monstro aqui. Nunca soube o que eram problemas, até ser arrastada para essa danse macabre. Acho que minha mente vagueia. Até parece que a orquestra parou. Não pode ser. Nunca poderia ser. E, no entanto, em meus ouvidos, há um silêncio que parece produzido pelos anjos …

Oh, eles pararam de tocar, aqueles cretinos. Não vão tocar mais. Oh, droga. Você acha que eles vão voltar? Acha mesmo, se você lhes der 20 dólares? Oh, seria incrível! E, olhe, peça-lhes para tocarem de novo aquela mesma valsa. Eu poderia dançar com você pelo resto da vida.



(Título original: The Waltz)



PARKER, Dorothy. Big Loira e Outras Histórias de Nova York. Editora Companhia das Letras, São Paulo, 1987. Tradução: Ruy Castro



para memória futura ... início 2 ...




Maria


about me?!... sou uma mãe de família, com 41 anos, duas filhas encantadoras (depende dos dias...) e um marido que eu adoro. outra versão: sou uma gaja hiperactiva e hiperocupada, insuportavelmente perfeccionista, engenheira civil, casada com um advogado que faz o favor de me aturar e com duas filhas com dez anos de diferença uma da outra e capazes do melhor e do pior (e que eu adoro sempre!).


 
 

para memória futura ... início 1 ...





porquê fio de prumo? porque sou tão certinha que até chateia.... mas quando é para cortar... é a direito!!! e aquele desviozinho do esquadro ali da foto? ah esse é do feitiozinho....

Monday, 21 June 2010

rebuilding...

*








... ?!



*

(publicado inicialmente no blog fio de prumo)



Monday, 28 September 2009

olha...parece que o PS perdeu as eleições!




CDS - O grande vencedor! Passou a precisar de um mini-bus...

BE - Fartou-se de ganhar! Estavam prontos...e conseguiram...tiraram a maioria absoluta ao PS...

CDU - Não ganhou tanto quanto é costume, mas Ganhou! Ficou com mais um deputado, ainda não chegam a quinze, porém...

PSD - Inequivocamente pode ganhar! A malta não sabia, mas trata-se de uma trilogia...ganhou as europeias, estas...pois, mas ainda pode ganhar as autárquicas...e vencer a taça...

Restam aqueles ... coitados ... os do PS ... os outros quatro ganharam (ou podem vir a ganhar...) ... pois que a eles só lhes resta perder!



(publicado inicialmente no blog fio de prumo)


 

Tuesday, 14 July 2009

ÚLTIMA HORA - Podemos ficar mais descansados, já há planos para superar o adiamento de certas decisões!


Manuela Ferreira Leite

&
Pedro Santana Lopes


preparam o primeiro grande anúncio pós eleitoral:


Autocarros de 30 em 30 minutos do (novo) Terreiro do Paço para Badajoz, em serviço combinado com o TGV que ligará ao aeroporto de Madrid (o aeroporto de Lisboa ficará para ligações domésticas para Sata e Portugália – a TAP será alugada à Iberia e ficará apenas com ligações aos PALOPs, de Madrid).


Numa segunda fase, pós Zapatero, o novo aeroporto de Lisboa será construído pelo Governo Espanhol, sem custos para a Fazenda Nacional, em Badajoz, se bem que haja alguns contratempos:

Portas pediu para se reavaliar a hipótese Badajoz para o aeroporto de Lisboa, propondo Olivença como alternativa (o Hermano Saraiva está a tentar reunir 29 intelectuais independentes para sustentarem esta reavalição).
Nota:
Belmiro de Azevedo desiste da exploração do aeroporto de Pedras Rubras se lhe derem a concessão dos autocarros Porto-Vigo (saída das Fontainhas)


Manuela & Pedro


uma dupla de sucesso !!!


(inicialmente publicado no blog fio de prumo)


Friday, 10 July 2009

album de família!



kridôs, andei a ver o album de família e encontrei este mimo:




a tia Empalhada Azeda o Leite (a tia Chita, tá a ver...)

e o tio Tó-tó Borges (tá a ver aquele do "me Tó-tó, you Empalhada!)

eram tão giros!!!

Sunday, 5 July 2009

a verdade verdadinha ...


"E o perdão ao Benfica, também era para ser?

E o aumento dos impostos no país da tanga, também não era antes uma mentira?

E o negócio com a Portugal Telecom feito 8 meses depois de tomar posse, não é mentira que isso possa ser atribuído ao PS?

E a avaliação dos professores não era ainda para ser mais “a sério”?

E o congelamento dos salários, ou a lei da rolha aos professores, não faz parte da política da verdade?

… enfim, entre verdades de conveniência, pensa-se que se enganam os distraídos, ou que somos desmemoriados! "


(publicado inicialmente no blog fio de prumo)


Saturday, 4 July 2009

"pornography of pain"


"...

Bausch's vision and approach are immediately distinctive, and often angst-ridden. The Rite of Spring was the last of her works to feature a coherent narrative. Since then, she's created collages of movement, fragmented sequences of speech and gesture.

Bausch has said, "I keep making, time and again, desperate efforts to dance." When her performers do dance, it's often ironic or humiliating. She has created several mocking ballet scenes, as when a dancer stuffs bloody meat into her pointe shoes. Bausch's dancers can show masochistic levels of commitment. In The Rite of Spring, they are ready to dance to the point of exhaustion.

More than that, they're part of a very personal rehearsal process. Bausch questions her dancers, who answer in speech or movement. The questions cover memories, relationships, responses to particular situations. She might ask them to imitate one another, to do something they are ashamed of, to act out a mood. Sometimes the prompt is just a word or a sentence. The answers give Bausch her raw material: gestures, dialogue, scenes, which she builds into stage works.

..."

Saturday, 27 June 2009

let me be your fantasy!




hoje ao jantar, na Marisqueira Antiga em Matosinhos onde vai uma certa burguesia portuense que já entrou nos "entas" para aí há mais de vinte anos ou, como eu, tem que suportar mais um jantar de fatos e gravatas, vi entrar um grupo bizarro (para o contexto)

duas criancinhas amorosas (apenas 75 a 80 mais novas do que a pessoa mais velha da sala...), com os respectivos paizinhos e mãezinhas

as mamãs tinham daqueles cabelos amarelos com uma raiz de dois dedos a atirar para o azeviche e com um bigode de dois dias a despontar (digo eu do alto da minha posição privilegiada de quem nunca teve que tirar o buço na vida e cujos poucos pelos nos braços e pernas mal se notam por quase transparentes!)

os paizinhos uns garbosos, com pelo menos mais trinta kg do que o estritamente necessário, assim tipo peito descaído e marreca de sebo no alto do cachaço. e umas t-shits fantásticas

os papás sentaram-se de costas para mim. nem queria acreditar.... nas traseiras do que tinha uma gadelha que há muito não via pente, lia-se apenas



LET ME BE YOUR FANTASY

pois !!!!!!!!






(publicado inicialmente no blog fio de prumo)


Thursday, 11 June 2009

o meu amor que me desculpe mas esta semana tive saudades de me apaixonar!!!!




é a mais pura das verdades, esta semana tive uma vontade louca de me apaixonar!

estou eu agora aqui com um coração novinho em folha e não é de lhe dar uso?!!!

pois que sim que me apeteceu. apeteceu-me rir sem saber de quê e sentir aquele ardorzinho no estômago.

mas esta treta da pdi impede-me de deslocar o ponto de aplicação um mm que seja para atingir tal objectivo

e se não fosse a pdi, era o meu amor

beijos para o meu amor









(publicado inicialmente no blog fio de prumo)



Monday, 25 May 2009

ah grande Marinho Pinto ... vingou todos aqueles que têm a infelicidade da ouvir !!!!







e alguém tem a culpa que a última colocação de botox tivesse corrido mal?!

e quem é a criatura para julgar seja quem for?!

mas será que o maridinho não vê que com a sua mulherzinha aqui o burgo vira o paraíso das denúncias anónimas e das notícias construídas?!

haja decência!


(publicado inicialmente no blog fio de prumo)


Sunday, 17 May 2009

Louçã vs. Sócrates: Incidentes no bairro da Bela Vista





tive este post quase 4 dias em draft. sabia que o queria colocar aqui, mas não sabia bem o que dizer. agora já sei.

não gosto de pastores evangelistas. não gosto de trotskistas mascarados de esquerda-caviar. e não passo a gostar mais mesmo quando o primeiro-ministro se dá ares de bonzinho e tem um discurso a descair para a direita populista.


(publicado inicialmente no blog fio de prumo)